"Se alguém diz: Eu amo Deus e aborrece seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama seu irmão, ao qual vê, como pode amar Deus, a quem não vê?
E dEle temos este mandamento: que quem ama Deus, ame também seu irmão." - 1João 4.20-21
Que venhamos a refletir nestes versos que se encontra na Palavra de Deus. Pois, muitos, dizem amar a Deus com uma convicção tão grande, e depois vemos despejar ódio pelo próximo em tudo quanto é lugar, por motivos, muitas vezes, banais. Quanta HIPOCRISIA!! Mesmo dentro de igrejas, tem pessoas assim, sem o mínimo de Amor no coração. Que só vão pra igreja por aparência. - Você ai, que diz louvar a Deus, levanta as mãos para o alto e dá Glórias, está com o coração limpo ou com raiva do seu irmão por ter feito algo que te desagradou? Saiba que Deus não vai receber um louvor vindo de um coração amargurado, pois um louvor assim não é sincero. Meus irmãos, sejamos mais tolerantes, e mais obedientes a Palavra de Deus. Saiba se colocar no lugar do próximo, e compreender sua dor, suas angústias e medos. Faça sua parte, orando por essas almas que tanto precisam do Amor Incondicional de Cristo (Oração é uma demonstração de Amor muito linda). - E mesmo que o motivo pareça ser "justo", seria certo guardar rancor, ódio? Claro que não! Devemos ser mansos e humildes como Cristo.
Sabemos que é difícil lidar com certas situações, como traição, decepções vindas de pessoas que tanto amamos... É difícil ter que aguentar humilhações, e a raiva e inveja refletidos nos rostos de quem não gosta da gente. Mas não podemos nos rebaixar ao mesmo nível de quem ainda não aprendeu o que é amar a Deus e por conseguinte amar ao próximo. Temos que lembrar que somos todos humanos e demasiadamente falhos. Ninguém é melhor que ninguém! Deus ama à todos. E Deus é Justo e Misericordioso, para nos ajudar no que for preciso, e no que for bom e agradável aos Seus olhos. Por isso devemos sempre pedir a Deus, para que Ele nos ajude a ser pessoas melhores, e derrame de sua Graça sobre nós, também para que Ele aumente a nossa fé, e nos ensine a fazer as Escolhas certas. Que a vontade de Deus possa sempre prevalecer sobre nossas vidas!
~ A Obediência à Palavra de Deus, é a chave para a Vitória em Nossas vidas!
Deixo aqui essa minha pequena reflexão do que venho observando faz um tempo. Que cada um possa pegar a sua porção do que foi dito. E peço perdão por qualquer desagrado de minha parte, que tenha entristecido o coração de algum dos meus irmãos.
Deus abençoe!
Fiquem na Paz.
quinta-feira, 21 de julho de 2016
domingo, 19 de abril de 2015
RMS Titanic - Parte 2
Leia Parte 1
Localização dos destroços - Somente nos finais de 1970 e início de 1980, um empresário norte-americano patrocinou diversas expedições para tentar localizar o navio. Nenhuma delas teve êxito. Somente em 1985, numa expedição oceanográfica franco-estadunidense, o Dr. Robert Ballard descobriu os destroços do Titanic submersos a 3.800 metros (ou 12.600 pés) de profundidade, 153 km ao sul dos Grandes Bancos de Newfoundland. A notícia correu o mundo. Ele passou a ser conhecido como "O Descobridor do Titanic". Retornou ao local em 1986, com uma equipe de filmagem da "National Geographic Society" para fazer as primeiras filmagens do transatlântico após 73 anos. Desde então, a empresa "RMS Titanic, Inc" obteve os direitos de realizar operações de salvamento no local e recuperou mais de 6 mil artefatos do navio.
Diversas empresas de turismo e produtoras de filmes também visitaram o local em veículos submergíveis tripulados. O Dr. Ballard retornou ao Titanic em 2004, para averiguar os danos que o navio sofreu desde o seu descobrimento (1985-2004). Constatou a aceleração da deterioração da estrutura do navio. Concluiu ainda que as inúmeras expedições e visitas ao local, só serviram para danificar o sítio arqueológico do Titanic.
Curiosidades
14 anos antes da trágica viagem, um escritor de nome Morgan Robertson (n. 1861 - m. 1915) escreveu uma livro dramático entitulado de Futilidade (Original: Futility, or the Wreck of the Titan), que narrava a história de um navio de nome Titan que, era considerado indestrutível e em uma noite fria de Abril, tal e qual como foi com Titanic, na qual choca-se com um iceberg e afunda. O mais assombroso é que tanto o número de mortes referido na história, como a capacidade do navio fictício, tanto como a maioria (porém, não todas) das características técnicas do Titan eram exatamente iguais às do Titanic. Para muitos, não passou de uma estranha e arrepiante coincidência e, para outros, terá sido uma premonição e, consequentemente um aviso deixado por Morgan sobre o desastre.
Um dos membros da tripulação do Titanic, teve um sonho bastante estranho poucos dias antes da viagem. Sonhou com uma ninhada de gatos que, lutavam numa noite, ao vento. Não se sabe nem como nem porquê, ele entendeu esse sonho como um aviso para não embarcar e, não embarcou.
Se a colisão do Titanic com o iceberg tivesse sido frontal, apenas um compartimento teria de ser evacuado e, a viagem poderia prosseguir normalmente.
Se a colisão do Titanic com o iceberg tivesse sido frontal, apenas um compartimento teria de ser evacuado e, a viagem poderia prosseguir normalmente.
Se o iceberg tivesse sido visto meio minuto antes, a colisão teria sido evitada.
Ao ter sido visto o iceberg, o 1º Oficial ordenou a inversão da corrente de vapor nas caldeiras para, consequentemente inverter a marcha do navio. Porém, à velocidade a que o navio navegava, seria possível, através dos lemes, contornar o obstáculo e, assim evitar a colisão. Os vigias noturnos eram para ser munidos de binóculos, pois já se sabia que iriam passar numa zona de icebergs. Porém, o material não foi fornecido a tempo e, os vigias tiveram de trabalhar à vista desarmada. Com os binóculos, os procedimentos de emergência poderiam ter sido efetuados muito antes, pois o iceberg teria sido visto ao longe.
Na altura da colisão, a tripulação do Titanic pareceu ter avistado luzes no céu e no mar que, seriam de outro navio, menor, a cerca de 16 km (cerca de 8 milhas marítimas). O Titanic lançou fogos de artifício para pedir ajuda e, o outro navio pareceu aproximar-se. Porém, as luzes desapareceram de repente. Consta que seria um navio norueguês que, não poderia navegar naquelas águas.
Como funcionava o Titanic
Quando Hollywood (em inglês) leva uma história real às telas de cinema, pode-se esperar algumas coisas. Por exemplo, os atores e atrizes que representam figuras históricas são normalmente mais atraentes do que seus personagens em si. A encantadora Elizabeth Taylor fez o papel de Cleópatra (em inglês) em 1963 - e nos anais da história, Cleópatra é descrita como uma mulher definitivamente rústica. Filmes históricos também incluem uma quantidade razoável de detalhes anacrônicos. Um exemplo é o filme "10.000 a.C.", em que vivem criaturas assustadoras e de dentes afiados que haviam sido extintas cerca de dois mil anos antes [fonte: Choi - em inglês].
Talvez você goste da versão do Titanic ao som de uma trilha melancólica com Celine Dion, porém, os fatos desta tragédia marítima falam por si. E se você busca uma visão geral mais sucinta do que os 194 minutos da película de James Cameron, o autor Joseph Conrad é bem objetivo: "Sabemos o que aconteceu. O navio raspou sua lateral em uma placa de gelo e afundou após ficar à deriva por duas horas e meia, levando consigo muitas pessoas ao submergir"
, de fato, simples assim. Mas quando você inclui como fatores o total de mortos (cerca de 1.513), o óbvio nas tentativas de salvar vidas (123 passageiros da primeira classe e cerca de 527 passageiros da terceira classe morreram), e o fato de que o acidente poderia muito bem ter sido evitado se a tripulação tivesse dado ouvidos aos avisos de outras embarcações sobre o gelo, poderá entender porque o mundo não ficou apenas sentido com as manchetes, mas também ultrajado [fonte: Titanic Aquatic].
O Titanic foi concebido em um jantar informal em 1907. J. Bruce Ismay, filho de Thomas Ismay (que havia fundado a empresa White Star Line de navios oceânicos baseado no princípio de que as pessoas viajariam mais de navio se as embarcações fossem suficientemente luxuosas) e Lorde Pirrie, presidente dos estaleiros Harland e Wolff, de Dublin, não conseguiam parar de falar sobre o Mauritanea e o Lusitania (em inglês), as novas embarcações da Cunard Line. Ismay e Pirrie sabiam que poderiam criar navios maiores e melhores. No fim da noite, eles haviam imaginado um trio de gigantes: o Gigantic (posteriormente renomeado como Brittanic), o Olympic e o Titanic. Esses navios seriam luxuosos, velozes e seguros.
A construção e os componentes do Titanic
O triunvirato de gigantes da White Star Line incluía o Gigantic, o Olympic e o Titanic. Esses navios partilhavam um projeto e um tema em comum: a grandeza. J. Bruce Ismay e Lorde Pirrie estimavam que eles teriam cerca de uma vez e meia o tamanho dos maiores navios da Cunard Line [fonte: RMS Titanic]. Os primeiros esboços dos navios de Ismay e Pirrie incluíam dois mastros e quatro chaminés - os navios só precisariam de três para funcionar, mas a quarta foi adicionada para deixar o visual simétrico e mais tarde foi reutilizada como um sistema de ventilação. Alexander Montgomery Carlisle foi designado como projetista principal do empreendimento, um cargo que posteriormente foi transferido a Thomas Andrews, o sobrinho de Pirrie.
Para construir um navio seguro, com 268,8 m de comprimento, 28,2 m de largura e um peso líquido de quase 41.000 toneladas, algumas técnicas e materiais inovadores para a construção de navios foram necessários [fonte: RMS Titanic - em inglês]. A empresa de construção de navios de John Brown forneceu a Ismay e Pirrie o aço e as turbinas. A turbina de Parson foi um desenvolvimento essencial para o processo de construção - ela era ativada pela saída de vapor produzido pelos dois motores de movimento recíproco do navio, que tinham quase quatro andares de altura. Esse arranjo, em combinação com duas hélices de três pás medindo 7,2 m de diâmetro cada e uma hélice de quatro pás com 5,2 m de diâmetro, localizado próximo ao leme do navio, produziam potência suficiente para alcançar velocidades de até 24 nós (27,6 milhas terrestres por hora/44,4 km/h) [fonte: Halpern - em inglês].
Os navios exigiam uma imensa quantidade de força, e esses compartimentos de usinas eram localizado no casco dos navios. Uma sala de turbina, uma sala de máquinas, seis salas de caldeiras, 11 compartimentos e salas para equipamentos de aquecimento e refrigeração eram separados por anteparos - divisórias reforçadas. Outra inovação a bordo dos navios eram as portas à prova de água que poderiam ser baixadas automaticamente ou por meio de controles manuais. A teoria de Thomas Andrews a respeito dessas portas à prova de água era de que elas poderiam isolar os compartimentos inundados em caso de emergência. Ele projetou os navios para permanecerem flutuando com dois dos 16 compartimentos inundados; o navio conseguiria navegar até mesmo com três ou quatro compartimentos cheios de água. Acima do maquinário, no casco, os conveses denominados de A até F continham de tudo, desde cabines e salões de jantar até banhos turcos.
Porém, essa "grandiosidade" toda gerava um problema e tanto: nenhuma área de construção ou ponto de saída poderia acomodar os navios. Por isso, antes dos navios poderem ser construídos, foi necessário construir a Doca da White Star e o Grande Estrado. O Grande Estrado era composto por uma série de 10 guindastes que podiam erguer os funcionários e materiais para o convés em que eles haviam sido escalados para trabalhar. O Olympic foi o primeiro a ser construído, e foi concluído em 1911, enquanto o Titanic foi concluído em 1912, graças aos esforços de 11 mil homens
O projeto do Titanic
Na época em que o Titanic foi concluído, em 1912, o preço do navio girava em torno dos 7,5 milhões de dólares [fonte: History Channel - em inglês]. O navio refletia os objetivos de Ismay e Pirrie, quanto a um navio luxuoso, veloz e seguro. Conceitualmente, o Titanic não era muito diferente dos navios de cruzeiro modernos. Porém, no começo do século 20, os confortos e amenidades deste navio oceânico eram diferentes de qualquer coisa que os viajantes já tivessem visto antes. Ele era mais parecido com um hotel de luxo flutuante do que com um navio, e os projetistas do Titanic esforçaram-se ao máximo em esconder ou disfarçar os equipamentos e a carga. Até mesmo os botes salva-vidas eram considerados agressivos à estética do convés, e por isso apenas 16 deles foram carregados, juntamente com quatro botes infláveis (mais tarde, isso se provaria um erro fatal).
Do alto até a base, a estrutura do navio era a seguinte:
Convés dos Botes - continha a Ponte de Comando, de onde o navio era controlado, o ginásio e o amplo convés com piso em pinho.
Convés de Passeio (Convés A) - incluía as duas escadarias da primeira classe (posicionadas entre as quatro enormes chaminés), sala de leitura/escrita, saguão, salão de fumo exclusivo para homens da primeira classe e o Verandah Cafe/Palm Court (uma área interna projetada para parecer com um pátio externo).
Convés da Ponte (Convés B) - incluía cabines/suítes da primeira classe, um restaurante à la carte e o Cafe Parisien, o salão de fumo exclusivo para homens da segunda classe e o convés da popa para a terceira classe (um convés semelhante a uma plataforma, onde os passageiros da terceira classe passeavam e jogavam em meio a grandes equipamentos de carga).
Convés de Abrigo (Convés C) - local do escritório do comissário, salão de fumo da terceira classe e a biblioteca/saguão da segunda classe.
Convés Social (Convés D) - sala de recepção da primeira classe, salão de jantar da primeira classe (posicionado estrategicamente entre a segunda e a terceira chaminés para assegurar o mínimo de ruído e movimentação que pudessem perturbar jantares elegantes), galerias da primeira e segunda classes e o salão de jantar da segunda classe.
Convés Superior (Convés E) - continha cabines da segunda e terceira classes.
Convés Intermediário (Convés F) - local do salão de jantar da terceira classe e dos banhos turcos (uma sala quente e seca com banheiras e chuveiros elétricos e banheiras de água para imersão).
Convés Inferior/Bailéu - incluía as quadras de squash; agência de correio; carpintaria, encanadores e oficinas elétricas; e salas "refrigeradas" resfriadas por uma série de tubos de cobre com quilômetros de extensão, onde os alimentos e outros produtos perecíveis eram estocados. (Bailéu é apenas um termo sofisticado para os conveses inferiores em navios com pelo menos quatro conveses).
A parte superior dos tanques de fundo duplo abrigava as salas de caldeiras e de máquinas
A época exigiu muito do projeto do navio; o estilo edwardiano corria desenfreado com toques georgianos e influências de Luís XV. Havia uma leveza semelhante ao ar em grande parte da decoração do navio - móveis de vime nas áreas de jantares casuais, tecidos em sutis tons pastéis, palmeiras e outras plantas verdejantes em vasos, papel de parede de cereja com motivos florais ou listrados, e muitos acessórios de vidro e iluminação reforçados com ferro. O Titanic estava em alta em todas as conversas, e milhares de pessoas buscavam fazer parte de sua viagem inaugural. O navio podia transportar 2.599 passageiros (mais 903 oficiais e membros da tripulação), e 2.208 passageiros estavam a bordo quando ele zarpou para Nova York [fonte: Titanic Inquiry Project - em inglês].
Como já percebemos na descrição dos diversos níveis do navio, a classe era uma distinção importante a bordo do Titanic.
Os passageiros e a tripulação do Titanic
Os projetistas do Titanic tinham discernimento e praticidade, mas eles também tomaram muito cuidado para garantir que todos, desde os passageiros bem de vida até os viajantes mais pobres próximos à casa de máquinas tivessem uma experiência marcante. Eles sabiam que muitos dos passageiros da terceira classe estavam imigrando para os Estados Unidos, e queriam que a travessia fosse um momento memorável que desse a essas pessoas uma sensação de esperança quanto ao que estava por vir em suas novas vidas [fonte: RMS Titanic - em inglês]. Para esse fim, até mesmo as salas da terceira classe eram privadas e fechadas - um mínimo de luxo por si só.
Elegantemente atrasados
Na manhã de 10 de abril, quando os passageiros embarcaram no Titanic em Southampton, os viajantes da segunda e terceira classe entraram por volta das 9h30 da manhã. Já os passageiros da primeira classe não embarcaram antes das 11h30 da manhã, menos de uma hora antes da partida. Uma orquestra foi organizada para acompanhar o embarque.
O navio zarpou de seu ponto de lançamento em Belfast para Southampton, Inglaterra, em 3 de abril de 1911. O Titanic pegou seus passageiros em Southampton, e então seguiu para Cherbourg, França, e Queenstown, Irlanda, para recolher o resto. No total, havia 2.208 passageiros e 899 oficiais e membros da tripulação. Entre esses passageiros, 329 eram viajantes da primeira classe, 285 da segunda e 710 da terceira [fonte: Titanic Inquiry Project - em inglês]. A primeira classe consistia principalmente de ricos industriais e suas famílias, entre eles John Jacob Astor IV e até mesmo J.P. Morgan - que foi obrigado a cancelar sua passagem devido a conflitos de negócios. Entre os passageiros da segunda classe estavam homens de negócios e membros do clero (até mesmo um professor e um chofer estavam registrados como viajantes da segunda classe). A terceira classe, ou porão , consistia principalmente de imigrantes europeus.
Existem algumas discrepâncias nos registros de passageiros, devido às viagens canceladas, transferências para outros navios e pelo fato de alguns passageiros e membros da tripulação terem sido simplesmente deixados para trás. Alguns dos passageiros trocaram ou venderam seus bilhetes de embarque, e os nomes dos passageiros alternativos não chegaram a ser registrados. As hoje lendárias histórias de pessoas como os três irmãos Slade, que depois de embriagarem-se nos pubs de Southampton tiveram seus direitos de embarque negados, ou a Sra. Edward W. Bill, que se recusou a embarcar após um pesadelo em que o Titanic afundava, inspiraram a criação de um clube "Simplesmente Perdi" [fonte: Eaton - em inglês]. De acordo com um relato de abril de 1912 no Milwaukee Journal, cerca de 6 mil foram providencialmente salvas do desastre do Titanic após perder o embarque ou mudar seus planos de viagem. O fato de que o navio podia acomodar apenas cerca de 2.500 passageiros mostra que algumas dessas histórias de pessoas que perderam o embarque não são muito confiáveis.
Mas aqueles que embarcaram no Titanic o fizeram a um alto custo. As passagens da primeira classe custavam entre US$ 2.500 e US$ 4.500 (que em valores do mercado atual significam entre US$ 43.860 e US$ 78.950); as passagens da terceira classe podiam ser obtidas por cerca de US$ 35 (US$ 620 atuais) [fonte: Titanic Aquatic]. Se você estivesse disposto a gastar pra valer, poderia conseguir um quarto particular e banheiros semi-particulares.
As acomodações da terceira classe eram relativamente luxuosas, com instalação de esgotos sofisticada (mesmo que houvesse apenas duas banheiras para serem partilhadas entre 700 passageiros da terceira classe) e colchões de verdade, em vez de catres de madeira com montes de palha para se deitar, como costumava ser em outros navios. Os aposentos da terceira classe acomodavam até quatro pessoas, e na maioria dos casos, as acomodações eram partilhadas entre estranhos. Nesses aposentos, as vibrações dos enormes e massivos motores do navio podiam ser sentidas e ouvidas.
Fora esses incômodos, a tripulação do Titanic trabalhava duro para garantir que todos tivessem uma viagem confortável. Além da banda e dos membros no convés e nos departamentos de máquinas e abastecimento (culinária) havia o capitão do navio, Edward John Smith, e Thomas Andrews, o projetista principal do navio. Apesar do registro de navegação destacado de Smith e do navio supostamente inafundável de Andrews, a viagem inaugural do Titanic estava condenada.
quinta-feira, 16 de abril de 2015
Livro Secreto Russo Revela as Raças Alienígenas
O livro teve sua primeira versão na época de Stalin, (mais ou menos em 1947, por ai) e foi sendo melhorado ao longo dos anos com estatísticas e fotos de pessoas, especialmente crianças abduzidas. Foi produzido como manual de instrução para os agente do governo. Uma cópia foi encontrada por acaso na Sibéria, em 1981 em Buryatia. O livro foi criado para os agentes russos especializados no assunto,chamados de agentes smersh. Raça Maitre: constelação Megopei visita a terra desde a pré-história, raptando humanos e com intenções de colonizar a terra, foram impedidos por outras raças alienígenas, hermafroditas com 120 anos de vida em média.
Raça Dries: 2 metros e meio de altura em média, crânio complexo visitou a terra 20 vezes. Raptam humanos para escravizar, fizeram 520 desparecimentos de pessoas. Oriundos da terceira estrela da constelação de Cetus(baleia). Tem 40 planetas colonizados com ajuda de seus escravos, 10 foram pegos a força, mas trabalham em conjunto com 8 outras raças. Alimentação carnívora. Planeta de origem similar à Terra, mas incapazes de interagir com outras raças positivamente. Pretendem se revelar aos humanos em 2022.
Raça Lang: Pequenas criaturas ,de aproximadamente 70 centímetros de altura, oriundos da sexta estrela da constelação Coma Berenices., com 3 planetas de origem, colonizaram outros 10, um dos visitantes mais antigos, fonte das lendas sobre gnomos e elfos.Ultima visita ocorreu em 2006, já abduziram mais de 10.000.000 de pessoas.
Raça Smad: planeta Svok da constelação Batteray.(não consta)Naves cônicas, idênticos aos humanos, possuem apenas 6 naves em funcionamento ,já colonizaram 18 planetas, tem grande interesse pela religião humana em seus estudos. Uma raça moribunda.
Raça Tengri Tengri: oriundos de um planeta do mesmo nome do setor galáctico 56 (?), vida subterrânea/intraterrestre, população 10.000.000 de indivíduos, visitam a Terra há 10000 anos. Não precisam de água nem oxigênio, vivendo em naves gigantescas que podem levar 5 milhões de indivíduos.Em constante contato com governos da Terra.
Raça Graysli: Da altura de um humano, com fino cabelo sedoso, oriundos da constelação de Virgem.Primeira visita na época dos faraós. Acompanham a historia da humanidade, passaram 10 anos entre os egípcios antigos. Naves acomodam 6 indivíduos de cada vez.
Raça Dorsay: Pequenos, aproximadamente meio metro de altura. Visitam a terra com frequência. Oriundos do sistema Cassiopeia, 2 planetas de origem. Carnívoros, comem outros extraterrestres e humanos. Estão em guerra há 2 bilhões de anos contra outra espécie alienígena. Ultima visita nos alpes suíços em 2001.
Raça Strom: Oriundos da Ursa menor, invertebrados e celenterados(semelhantes a medusas e águas-vivas), 2 metros de altura, estudam a flora da Terra, muito cautelosos, visitam e Terra desde a era do gelo, possuem 20 planetas colonizados. Naves octogonais.
Raça Afim Spiantsy: Oriundos da constelação de Lira. Pequenos, com pele azul com pintinhas. Planeta Crime Ai Petri. Avançadíssimos, chegam aqui em 20 minutos. Atmosfera rica em hidrogênio. Não violentos, tem 40 planetas colonizados. Ficam invisíveis quando próximos a humanos a não ser que desejem o contrario, porém sua presença causa nos humanos uma ansiedade, mesmo quando invisíveis. Naves esféricas. Estudam o “desvio da raça humana”, como chamam. Sua ação é importante em determinar o futuro da raça humana e seu desenvolvimento.
Raça Solipsi Rai: Lider Ymartin, raça harmoniosa, tem 2 bilhões de anos de civilização. Não possui colônias. Estudam o desenvolvimento de outros planetas. Oriundos da constelação de Cygnus. Possuem armas poderosas para se defender apenas.Eles dizem que a raça humana ainda tem 645 opções de futuro.São o que chamamos de greys.
Annunakis de Nibiru: passam aqui a cda 4000 anos, não 3500 como se pensa, e são idênticos aos humanos so que mais altos.Para ficar na Terra, os annunakis derrotaram outra raça poderosa que já vivia aqui. O rei Samael e sua esposa Lilith dos annunaki desconheciam a presença reptiliana aqui e vieram coletar humanos para escraviza-los. Eles só cooperam com oz zeta reticulianos, que não são os greys. Os descendentes dos zeta foram os faraós do Egito.
Raça Kalenia:Originarios da estrela Tarazed da constelação de Aquila (Aguia),3 planetas colônia tempo de vida aproximado de 150 anos. Frequentemente avistados na África saariana.tem visitado a terra por 2300 anos.Seu interesse se restringe aos minerais terrestres.
Raça Mithillae: primos distantes dos reptilianos. Vem da estrela Alya na constelação da serpente,mas não podem ser considerados com verdadeiros reptilianos. Visitam a terra desde 1965 e tem aparência assustadora, circulam muito pelo polos da Terra.
Reptilianos: Na verdade uma de 3 espécies, tem estado na terra por 15000 anos, oriundos da constelação de Draco, tem 500 planetas colonizados mediante infiltração nos governos de cada planeta. Gostam de trabalhar por trás da cena, muito avançados tecnologicamente. Vários poderes paranormais, entre eles a invisibilidade, interdimensionalidade, habilidade em tomar formas. Têm bases no triangulo das Bermudas, na costa da Dinamarca e da Nova Zelândia. Jamais partirão!
Raça Alcohbata: Tem 5000 naves, tem 100 planetas colonizados. Espécie parasitaria, abduzem humanos para fins desconhecidos, não interagem com outras espécies alienígenas. Agressivos, constelação de origem: Perseu. Derrubam aviões.Vistos pela ultima vez em 2001 no Canadá.
Raça Negumak ou Gnomopo: chegam pela primeira vez em 1989.Exercem controle mental sobre humanos abduzidos após serem liberados. O objetivo disto é desconhecido. Lembram as criaturas insetóides que inspiraram o filme Independence Day. Antiquissimos, temidos pelos governos terrestres.
Zeta reticulianos Shamtbhala: Parecem-se com os Maitre e os Solipsi Rai, os famosos greys,oriunods da constelação de Nets (não consta).Representantes do annunaki na Terra. Subespécie artificial derivada dos Zetas, porém mais semelhante ao humano. Akhenaton era um exemplo típico, removido do poder pelos reptilianos. Existem há 4000 anos ,sendo o tipo mais antigo de hibrido. Podem ter forma humana normal porem com deformidades ou crânio alongado.
Raça Ramay: Pacificos, responsáveis pelo desenvolvimento dos maias, trazendo humanos de varias partes do planeta e juntando-os na América do Sul. Muito voltados para a ciência. Ensinaram tudo aos maias ,astronomia, etc, mas ao deixa-los os maias resolveram honrá-los com sacrifícios humanos. Oriundos de Capela na constelação do Cocheiro. Vistos pela ultima vez em 2001 em Bora Bora. Os homens vivem 130 anos ,as mulheres apenas 26!
Raça Moovianthan-Kaiphik: “Os que brilham”,oriundos da constelação Vulpecula (raposa)tiveram encontros com presidentes americanos, e lideres russos. Trocam tecnologia pelo direito a abduzir. Influenciaram muito a cultura tibetana com bases no norte desta região. Colonizaram 40 planetas .
Raça Rak: Visitaram a Terra menos vezes que as demais, apenas 5 vezes, sendo a ultima no ano 71 DC, gerando a crença nos gênios no Islamismo e no oriente médio ,mas deixaram de visitar este planeta por ser incompatível como sistema imunológico deles.
Raça Hav-Hannuae-Kondras: Vem da galáxia anã do Sextante. Aparecem na Terra desde o ano 941 DC pela primeira vez na Romênia e são famosos por abduzir e matar humanos, bebendo seu sangue, dando origem às lendas dos vampiros. São tolerados pelos governos humanos. Vistos pela ultima vez na Escócia em 1996.
Raça Allmahuluk Strat 163: Perderam uma guerra contra os reptilianos na Índia no passado distante. Extremamente avançados, foram forçados a partir mas voltaram por volta de 200 anos atrás porém não mais após 1948. Trafegam em invisibilidade. Oriundos de Júpiter.
Raça Ainanna: os marcianos, oriundos da constelação de gêmeos. Habitam bases em marte por milênios para mineral um metal semelhante ao ouro. Chegaram pela primeira vez na Terra há 3000 anos atrás no Japão. Vistos em Madagascar em 2003.
Raça Indugutk: os “altos brancos”. Têm bases na lua, onde mineram com uso de escravos. Alegam cuidar muito bem de seus escravos. Mantêm contato com o governo americano ,russo e chinês, procurando manter o segredo de sua existência na lua. Podem tomar a forma humana se assim o desejarem, tomando a forma dos men in black.”
Fonte: http://www.pontoabc.com
terça-feira, 3 de março de 2015
Caminho Escuro

Sempre há um caminho escuro à percorrer.
Vencê-lo é nossa missão!
Caminho frio, de solidão e medos.
Caminho cinzento, sem nenhum resquício de esperança.
Caminhada longa... Na qual devemos ter cuidado para não cairmos numa armadinha.
Pois esse é um caminho no qual tentações nos afligem;
Medos nos atormentam.
Alegrias se despedaçam...
Mas, se persistirmos até o fim deste caminho, vencendo tudo de ruim que há nele;
Rompendo todas as barreiras cruéis da vida;
Superando a solidão, e a falta de viver.
Chegaremos em um outro caminho... Onde a Luz e o Amor prevalece!
E dura para SEMPRE!!
domingo, 16 de novembro de 2014
Contratos secretos da Monsanto são revelados
Contratos confidenciais que detalham as práticas de negócios da Monsanto revelam como a maior desenvolvedora de sementes do mundo está pressionando competidores, controlando companhias menores de sementes e protegendo seu domínio sobre o mercado multibilionário de sementes geneticamente modificadas. Com os genes patenteados da Monsanto inseridos em cerca de 95% de toda a soja e de 80% de todo o milho produzido nos EUA, a companhia também está ...
usando seu amplo alcance para controlar a habilidade de novas empresas biotécnicas de obter uma grande distribuição de seus produtos, de acordo com uma investigação de diversos acordos de licenciamento da Monsanto e dezenas de entrevistas com participantes da indústria das sementes e com especialistas em direito e em agricultura.
A queda da competição no negócio de sementes poderia levar a uma elevação de preços que atingiriam a mesa de todas as famílias. É por isso que os flocos de milho que você come no café-da-manhã, o refrigerante que você bebe no almoço e o molho de carne que você janta provavelmente foram produzidos a partir de sementes que cresceram com os genes patenteados da Monsanto. Os métodos da Monsanto são explicados em detalhe em uma série de acordos de licenciamento comercial confidenciais obtidos pela Associated Press. Os contratos, de 30 páginas, incluem termos básicos para a venda de sementes manipuladas resistentes ao herbicida Roundup da Monsanto, junto com acordos suplementares mais curtos, que se referem às novas características da Monsanto ou a outras emendas de contratos. A companhia usou os acordos para difundir sua tecnologia – dando a cerca de 200 companhias menores o direitos de inserir genes da Monsanto em suas variedades separadas de pés de milho e de soja. Mas, segundo a investigação da AP, o acesso aos genes da Monsanto vem com um custo e uma grande quantidade de outros anexos pendentes.
Por exemplo, uma cláusula de um contrato proíbe que empresas independentes cultivem plantas que contenham tanto os genes da Monsanto e os genes de qualquer um de seus concorrentes, a menos que a Monsanto tenha lhes dado uma permissão prévia por escrito – dando à Monsanto a possibilidade de efetivamente trancar a porta para que seus concorrentes insiram suas características patenteadas na vasta parcela das sementes norte-americanas que já contêm genes da Monsanto. As estratégias de negócio e os acordos de licenciamento da Monsanto estão sendo investigadas pelo Departamento de Justiça dos EUA e por pelo menos dois procuradores gerais do Estado, que estão tentando determinar se essas práticas violam as leis antitruste dos EUA. As práticas também estão no centro de processos antitruste civis contra a Monsanto apresentados por seus concorrentes, incluindo um processo de 2004 apresentado pela Syngenta AG, que foi decidido por meio de um acordo, e uma litigação em curso pedida neste verão pela DuPont em resposta à ação judicial da Monsanto.
A gigante da agricultura com sede no subúrbio de St. Louis disse que não fez nada errado. "Nós acreditamos que não haja qualquer mérito para alegações sobre nossos acordos de licenciamento ou seus termos", disse o porta-voz da Monsanto, Lee Quarles. Ele disse que não poderia comentar sobre cláusulas específicas dos acordos, porque eles são confidenciais e estão sujeitos a uma litigação em curso. "Nossa atitude com relação ao licenciamento a muitas companhias é pró-competição e permitiu que literalmente centenas de empresas de sementes, incluindo todos os nossos principais concorrentes diretos, oferecessem milhares de novos produtos para sementes aos agricultores", disse. O benefício da tecnologia da Monsanto para os fazendeiros é inegável, mas alguns de seus principais concorrentes diretos e empresas de sementes menores afirmam que a companhia está usando táticas repressivas para promover o seu controle.
"Acreditamos agora que a Monsanto tem controle sobre algo como 90% das sementes transgênicas. Esse nível de controle é quase inegável", disse Neil Harl, economista agrícola da Iowa State University, que estudou a indústria das sementes durante décadas. "O resultado disso é que está se intensificando o controle da Monsanto e tornando-lhes possível o aumento de seus preços a longo prazo. E temos visto isso acontecer durante os últimos cinco anos, e o fim não está ao alcance dos olhos".
Aumento dos preços
Questiona-se quanto poder uma única empresa pode ter sobre as sementes, o fundamento do suprimento de alimentos do mundo. Sem uma competição forte, a Monsanto pode elevar o preço de suas sementes o quanto quiser, o que, por sua vez, pode elevar o custo de tudo, desde a ração animal até o pão branco e os biscoitos. O preço das sementes já está aumentando. A Monsanto aumentou o preços de algumas sementes de milho no ano passado em 25%, com 7% adicionais de aumento planejados para as sementes de milho em 2010. As sementes de soja da marca Monsanto subiram 28% no último ano e ficarão estáveis ou aumentarão 6% em 2010, disse a porta-voz da empresa, Kelli Powers. O grande uso de acordos de licenciamento pela Monsanto colocou as suas características biotécnicas entre as tecnologias mais ampla e rapidamente adotadas na história da agricultura. Nestes dias, quando os agricultores compram fardos de sementes com marcas obscuras como AgVenture ou M-Pride Genetics, eles estão pagando por produtos de licença da Monsanto.
Uma das inúmeras cláusulas nos acordos de licenciamento é a proibição de misturar genes – ou "amontoar", na gíria industrial –, o que aumenta o poder da Monsanto. Uma cláusula contratual provavelmente ajudou a Monsanto a comprar 24 empresas de sementes independentes em todo o Cinturão Agrícola [Estados do Meio Oeste dos EUA como Iowa, Kansas, Minnesota, Nebraska, Dakota do Norte e do Sul] ao longo dos últimos anos: esse acordo sobre as sementes de milho afirma que, se uma empresa menor muda de proprietário, seu inventário com as características da Monsanto "deve ser destruído imediatamente". No entanto, Quarles disse que não sabia desse acordo mais antigo, obtido pela AP, mas disse que, "da forma como eu entendo", a Monsanto inclui cláusulas em todos os seus contratos que permitem que as empresas vendam seu inventário se o proprietário mudar, em vez de forçá-las a destruir o inventário imediatamente.
Outra cláusula de contratos do início da década – referentes a descontos – também ajuda a explicar o rápido crescimento da Monsanto ao ampliar os novos produtos. Um contrato dava a uma empresa de sementes independente grandes descontos se a companhia assegurasse que os produtos da Monsanto atingissem 70% do total do seu inventário de sementes de milho. Em sua ação judicial de 2004, a Syngenta chamou os descontos como uma parte da "campanha de terra arrasada" da Monsanto para manter as novas características da Syngenta fora do mercado. Quarles disse que os descontos foram usados para atrair as empresas de sementes a divulgar produtos da Monsanto quando a tecnologia era nova e os agricultores ainda não a haviam usado. Agora que os produtos estão bem difundidos, a Monsanto não deu continuidade aos descontos, disse ele.
Os contratos da Monsanto revistos pela AP proíbem que as empresas de sementes discutam termos, e a Monsanto tem o direito de cancelar acordos e destruir os inventários de um negócio se as cláusulas de confidencialidade são violadas. Thomas Terral, diretor geral da Terral Seed, em Louisiana, disse que recentemente rejeitou um contrato da Monsanto porque colocava muitas restrições ao seu negócio. Mas Terral recusou apresentar o contrato não firmado à AP ou mesmo discutir seus conteúdos porque ele tinha medo de que a Monsanto o retaliasse e cancelasse o resto de seus acordos. "Eu estaria tão envolvido com o que seria capaz de fazer que basicamente eu não teria valor nenhum para qualquer outra pessoa", disse ele. "A única pessoa à qual eu teria valor seria a Monsanto e continuaria pagando milhões para eles em taxas". Os proprietários de empresas de sementes independentes poderiam renunciar a seus contratos com a Monsanto e retornar às vendas de sementes convencionais, mas disseram que isso poderia ser financeiramente desastroso. O gene Roundup Ready da Monsanto se tornou o padrão industrial ao longo da última década, e as pequenas empresas temem a perda de consumidores se renunciarem a ele. Também poderia levar anos de cultivos e investimentos para misturar os genes da Monsanto em uma linha de produtos de uma companhia de sementes, por isso renunciar aos genes poderia ser muito custoso.
A Monsanto reconhece que os advogados do Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) estão procurando documentos e entrevistando empregados da empresa sobre suas práticas de mercado o DOJ não quis comentar. Um representante do procurador-geral de Iowa, Tom Miller, disse que o escritório está examinando possíveis violações antitruste. Além disso, duas fontes íntimas à investigação no Texas disseram que o escritório do procurador-geral do Estado, Greg Abbott, estão investigando as mesmas questões. Os Estados têm a autoridade de fazer valer as leis antitruste federais, e os procuradores-gerais muitas vezes estão envolvidos nesses casos. O presidente e diretor-executivo da Monsanto, Hugh Grant, disse aos analistas de investimentos durante uma conferência que os aumentos de preços se justificam por causa do estímulo de produtividade que os agricultores tiveram com as sementes da companhia. Os agricultores e os proprietários de empresas de sementes concordam que a tecnologia da Monsanto impulsionou os rendimentos e os lucros, economizando o tempo que eles antes gastavam eliminando as pragas e o dinheiro que gastavam com pesticidas.
Mas os recentes aumentos de preços ainda têm sido duros para engolir nas fazendas. "É como se eu tivesse sido atingido por um mal tempo e tivesse tido um rendimento pobre. Isso apenas significa que eu ganhei menos no fim das contas", disse Markus Reinke, produtor de milho e soja perto de Concordia, Missouri, que assumiu a fazenda de sua família em 1965. "Eles podem cobrar porque podem fazer isso e prosseguir normalmente. Nós, agricultores, só nos queixamos, balançamos nossas cabeças e seguimos em frente com isso". Qualquer caso do Departamento de Justiça contra a Monsanto poderia dar origem a um novo patamar ao equilibrar um direito da empresa de controlar seus produtos patenteados ao mesmo tempo em que protege o direito à competição livre e aberta, disse Kevin Arquit, ex-diretor da Federal Trade Commission Competition Bureau e atual procurador antitruste com a empresa Simpson Thacher&Bartlett LLP, em Nova York. "Há questões muito interessantes e não apenas para as empresas, mas para o Departamento de Justiça", disse Arquit. "Eles estão em uma área em que há incerteza na lei e há implicações sobre o bem-estar do consumidor e sobre as políticas governamentais independentemente do resultado".
Outras empresas de sementes seguiram a liderança da Monsanto incluindo cláusulas restritivas em seus acordos de licenciamento, mas seus produtos penetraram apenas em segmentos menores do mercado de sementes dos EUA. O gene Roundup Ready da Monsanto, por outro lado, está em um conjunto tão amplo de sementes que seus acordos de licenciamento podem ter um efeito massivo nas leis do mercado.
O crescimento do gigante
A Monsanto era apenas um concorrente de um nicho específico nos negócios de sementes há 12 anos. Ela chegou ao topo graças à inovação de seus cientistas e ao agressivo uso da lei de patentes por seus procuradores. Primeiro, veio a ciência, quando a Monsanto, em 1996, introduziu a primeira variedade comercial de sementes geneticamente modificadas de soja do mundo. As plantas Roundup Ready era resistentes ao herbicida, permitindo que os agricultores passassem Roundup quando quisessem, em vez de terem que esperar até que a soja tivesse crescido o suficiente para suportar o produto químico. A companhia logo colocou à disposição outras sementes transgênicas, como os pés de milho que produziam um pesticida natural para afugentar insetos. Mesmo que a Monsanto tivesse produtos que eram um sucesso de venda, ela ainda não tinha um ponto de apoio em uma indústria de sementes feita de centenas de empresas que abasteciam os agricultores.
Foi aí que entraram as inovações legais, quando a Monsanto se tornou uma das primeiras a patentear amplamente seus genes e a conquistar o direito de controlar estritamente como deviam ser usados. Esse controle permitiu-se difundir sua tecnologia por meio de acordos de licenciamento, ao mesmo tempo em que formava o mercado ao redor deles. Ainda na década de 70, universidades públicas desenvolveram novas variedades para as sementes de milho e de soja que faziam com que crescessem de forma resistente e resistissem às pestes. As empresas de sementes pequenas obtinham as variedades a preço baixo e podiam misturá-las a sementes de espécies superiores sem restrições. Mas os acordos deram à Monsanto o controle sobre a mistura de múltiplas variedades biotécnicas de sementes. As restrições atingiam até pesquisadores financiados pelos contribuintes.
Roger Boerma, professor pesquisador da Universidade da Georgia, está desenvolvendo variedades especializadas de sementes de soja que crescem bem nos Estados do sudeste norte-americano, mas sua pesquisa atual está presa por essas restrições da Monsanto e de seus competidores. "Tornou uma fase da nossa vida incrivelmente desafiador e difícil", disse Boerma. As regras também podem restringir a pesquisa. Boerma parou uma pesquisa sobre uma linha de novas plantas de soja que continham uma característica de um competidor da Monsanto quanto ele soube que a característica era inefetiva a menos que pudesse ser misturado ao gene Roundup Ready da Monsanto. Boerma disse que ele nem pensou em pedir permissão da Monsanto para misturar suas características com a variedade do competidor.
"Eu acho que a mistura da tecnologia de características deles com a tecnologia de características de outra companhia provavelmente seria um sério problema para eles", disse. Ao mesmo tempo, os direitos de patente da Monsanto dão-lhe a autoridade para dizer até que ponto as empresas são independentes para usar suas características, disse Quarles. "Tenham em mente que, como o desenvolvedor de propriedade intelectual, é nosso direito determinar quem irá obter os direitos sobre nossa tecnologia e para qual objetivo", disse. "Se as empresas de sementes independentes estão perdendo sua licença e têm que destruir suas sementes, elas não vão ter nada, com efeito, para vender", disse Boies. "Isso requer que elas destruam coisas – destruam coisas que pagaram – se se tornarem competitivas. Esse é exatamente o tipo de restrição sobre escolhas competitivas que as leis antitruste proíbem".
Alguns donos de empresas de semente independentes disseram se sentem crescentemente prejudicados com o fortalecimento da liderança da Monsanto na indústria.
"Eles têm o capital, têm os recursos, são donos de muitas empresas e estão comprando mais. Nós somos uma cidade do interior, eles são a Wall Street", disse Bill Cook, co-proprietário da empresa de sementes M-Pride Genetics, em Garden City, Missouri, que também não quis discutir ou fornecer os acordos. "É muito difícil competir nesse ambiente contra empresas como a Monsanto".
"Eles têm o capital, têm os recursos, são donos de muitas empresas e estão comprando mais. Nós somos uma cidade do interior, eles são a Wall Street", disse Bill Cook, co-proprietário da empresa de sementes M-Pride Genetics, em Garden City, Missouri, que também não quis discutir ou fornecer os acordos. "É muito difícil competir nesse ambiente contra empresas como a Monsanto".
*Chirstopher Loenard, Associated Press e The Atlanta Journal-Constitution,Tradução Moisés Sbardelotto do site IHU/Unisinos. (Envolverde/Ecoagência)
fONTE: http://www.nossofuturoroubado.com.br
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
A Conspiração das OMS nas Campanhas de Vacinação - Parte 1
num verdadeiro processo de demarcação populacional. Todavia, o resultado que isto tudo trará está nessa matéria.
Falsas epidemias, big business e cobaias humanas: Os bastidores do cartel Farma*
Por Hugo RC Souza - A IG Farben foi um cartel de empresas alemãs fundado em 1925 que se tornou um dos maiores conglomerados da indústria petroquímica e farmacêutica da primeira metade do século XX. Foi determinante para a ascensão do Nacional Socialismo alemão, detendo não apenas o monopólio da produção química na Alemanha nazista, mas utilizando também força de trabalho escrava do campo de concentração de Auschwitz para a produção de borracha e óleo sintéticos. Levava a marca IG Farben o pesticida Zyklon B, registrado e patenteado pela empresa, e utilizado para massacrar pessoas de forma rápida e barata nas câmaras de gás.
Por Hugo RC Souza - A IG Farben foi um cartel de empresas alemãs fundado em 1925 que se tornou um dos maiores conglomerados da indústria petroquímica e farmacêutica da primeira metade do século XX. Foi determinante para a ascensão do Nacional Socialismo alemão, detendo não apenas o monopólio da produção química na Alemanha nazista, mas utilizando também força de trabalho escrava do campo de concentração de Auschwitz para a produção de borracha e óleo sintéticos. Levava a marca IG Farben o pesticida Zyklon B, registrado e patenteado pela empresa, e utilizado para massacrar pessoas de forma rápida e barata nas câmaras de gás.
Lisboa – Em 1947, no âmbito dos processos de Nuremberg**, um tribunal ianque condenou 13 diretores alemães da IG Farben à prisão por crimes contra a humanidade — o tribunal teve o cuidado de não tocar no nome dos acionistas ianques da empresa. Mas a lógica dos interesses que pautaram os bons negócios entre uma grande farmacêutica e um governo fascista — do USA com seus fiéis aliados e subalternos — está muito longe de ser coisa do século passado.
Desde então, o oligopólio das empresas transnacionais que controla a indústria farmacêutica em todo o mundo é responsável por milhões de mortes prematuras. O genocídio se dá através do boicote sistemático à prevenção e erradicação de inúmeras doenças que vitimam principalmente as populações pobres, com acesso precário aos medicamentos transformados em especulações financeiras sob a forma de combinados químicos e suas designações científicas.
Tudo em nome da expansão do mercado mundial de remédios e do aumento da margem de lucro dos fabricantes. Um filão há muito descoberto por empresas que oscilam nas bolsas de valores de acordo com a expansão ou retração das enfermidades e com o maior ou menor número de patentes detidas.
Um dia patrocinou os nazistas, mas atualmente a indústria farmaco-imperialista conta com governos ditos democráticos, a cooptação da “comunidade científica” e a cumplicidade do oligopólio dos meios de comunicação para garantir a sustentabilidade de um dos negócios mais rentáveis do planeta, à custa da saúde pública mundial. Simples: a política do imperialismo — enquanto persistir no mundo — é o fascismo, pouco importa se aparece sob a corrente nazista, sob a roupagem dos impérios ianque, francês, inglês, ou que associação possam fazer entre si.
O grupo Rockfeller, nos Estados Unidos, e o grupo Rotchisld, na Inglaterra — dois gigantes do investimento farmacêutico — foram grandes financiadores das campanhas de George Bush e Tony Blair, e exercem hoje os maiores lobbies do Farma-Cartel de que se tem notícia. Eles sabem o que fazem: USA e Inglaterra são, atualmente, os dois maiores exportadores de remédios do planeta. Só no USA, os laboratórios doaram 10 milhões de dólares para candidatos que disputaram a última campanha presidencial.
Através da manipulação, propriedade intelectual e tráfico de influência estabelecem com a humanidade uma relação de dependência de seus fármacos que deixa os traficantes de drogas ilegais enrubescidos. Com a complacência da Organização Mundial de Saúde OMS, o Farma-Cartel gasta milhões de dólares no contra-ataque às ações judiciais contra as patentes e no boicote às alternativas não-patenteáveis de medicina natural.
A FARSA AVIÁRIA
Os episódios envolvendo a chamada gripe aviária — ou gripe do frango — dão conta da lógica que rege a atuação das indústrias farmacêuticas, particularmente o consórcio OMS-Roche-Gilead.
Um relatório de 2004 da OMS dizia que para um futuro próximo haveria “riscos de que as condições presentes em certas regiões da Ásia resultem numa pandemia da gripe. Segundo certas estimativas prudentes baseadas em modelos matemáticos, a próxima pandemia poderia provocar a morte de 2 a 7,4 milhões de pessoas”.
No final de 2005, em meio às notícias de vários seres humanos contaminados pelo vírus H5N1, a OMS voltou a alarmar o mundo dizendo novamente que a pandemia de gripe aviária era uma possibilidade real. Surgiram especulações e comparações com a Peste Negra, a pandemia de peste bubônica que dizimou 25 milhões de europeus no século XIV. O alerta virou manchete nos quatro cantos do planeta, ainda que, desde que foi detectado no Vietnã, há nove anos, o vírus da gripe aviária tenha vitimado pouco mais de 100 pessoas em todo mundo. Uma média de 11 mortes por ano.
Pouco depois de lançar o pânico, a OMS considerou o antiviral Tamiflú, fabricado pela farmacêutica suíça Roche, o medicamento mais eficiente para reduzir o risco de morte dos pacientes infectados pelo vírus H5N1. O Tamiflú é comercializado pela Roche desde 1999, quando foi lançado como um antigripal comum, sem maiores pretensões de mercado.
Com prescrição direta da OMS — que orientou os governos a comprar doses suficientes para dar conta de 25% da população de seus países — as vendas do remédio subiram em mais de 260%, gerando receitas extras de mais de 500 milhões de dólares para os cofres da empresa suíça.
Diante da impossibilidade de dar conta da demanda, A Roche descartou compartilhar os direitos de comercialização da fórmula do Tamiflú — patente sobre a qual detém o direito de exploração até 2016. Um acordo de propriedade intelectual no âmbito da OMC, firmado em 1994, prevê que um país em qualquer situação de emergência, em relação a qualquer doença, pode requerer a quebra de patentes. Obviamente, não era o caso para emergências — a não ser a título da valiosa contribuição da OMS para alavancar as vendas da Roche — e apesar das ameaças de países como Tailândia, Índia e Argentina de quebrar compulsoriamente a patente do Tamiflú, o acordo não foi aplicado. No USA, realizou-se um vantajoso negócio, tanto para a Roche quanto para o Farma-Cartel ianque: a Roche anunciou que venderia licenças de valor hierarquicamente inferior aos laboratórios, saindo no lucro diante da possibilidade de compartilhamento gratuito da patente; as outras farmacêuticas comemoraram o acordo de cavalheiros que lhes poupou de ver um precedente tão “midiático” de quebra de exclusividade de comercialização. Um acordo de cavaleiros, entre sócios – empresas e administrações de países. Caso o alarmismo da OMC não tivesse servido apenas para aquecer um mercado farmacêutico arranhado pelos processos contra a propriedade intelectual, o hemisfério sul estaria condenado a esperar a pandemia chegar para só então pedir licença e remediar com atraso suas populações.
O detalhe interessante fica por conta dos negócios da Roche particularmente com uma transnacional farmacêutica ianque, a Gilead Sciences Inc. A patente do Tamiflú era propriedade exclusiva da Gilead até 1996, quando os direitos de comercialização foram “licenciados” para o laboratório suíço, que possui 90% da produção mundial de anis estrelado — base do princípio ativo utilizado na fórmula do antiviral.
BIOGRAFIA DE RUMSFELD
Hoje, a Gilead e a Roche administram conjuntamente a fabricação mundial do Tamiflú, decidem juntas as eventuais autorizações de “sub licença” e coordenam em dueto as vendas nos mercados mais importantes, como Estados Unidos e Europa. Os acertos garantiram ainda à Gilead cerca de 80 milhões de dólares de royalties sobre o faturamento das vendas de Tamiflú fabricado e comercializado pela Roche — apenas referente aos períodos de 1999 e 2003.
Quem fechou o negócio da China com a Roche em 1996 foi Donald Rumsfeld, então presidente da Gilead, depois secretário de Defesa dos Estados Unidos. Rumsfeld deixou a presidência da empresa, mas continua sendo seu principal acionista. A carteira de ações do grande estrategista está avaliada em cerca de 25 milhões de dólares.
O editorial de abril da revista médica espanhola Dsalud levou o título “O Tamiflú, Donald Rumsfeld e o negócio do medo”.
O doutor José Antonio Campoy começa o texto dizendo que, apesar da média de apenas 11 mortes anuais provocadas pela gripe aviária, isso “não impediu George Bush de empreender sua segunda ‘guerra preventiva’em pouco tempo, desta vez para lutar contra uma outra arma de destruição em massa tão poderosa quanto as ‘encontradas’ no Iraque: o vírus H5N1”.
Campoy escreve ainda que a eficácia do Tamiflú vem sendo questionada por grande parte da comunidade científica, por médicos que se perguntam como o remédio pode ser eficaz contra um vírus mutante quando seus efeitos sobre a gripe comum não passam do alívio dos sintomas. Obviamente, diz, “o protagonismo do Tamiflú em nossas vidas não é científica, mas comercial”.
No entanto, talvez as informações mais interessantes contidas no editorial da Dsalud sejam as referências aos precedentes envolvendo o nome de Donald Rumsfeld e as relações mafiosas entre a indústria farmacêutica e o governo ianque.
Como lembra a revista, Rumsfeld aparece ligado à decisão de vacinar 40 milhões de pessoas em 1976, durante a administração Gerald Ford, diante da suposta iminência do que se chamou de “gripe do porco”. O programa de vacinação custou cerca de 135 milhões de dólares e foi levado a cabo por indústrias farmacêuticas privadas. Até hoje não existe prova de que a “gripe” era uma ameaça real, mas o “porco” sim, tanto que 10% das pessoas vacinadas desenvolveram um distúrbio nervoso chamado síndrome de Guillain-Baré, que pode provocar paralisia permanente e morte por problemas respiratórios.
Em 1981, três meses depois da incorporação de Rumsfeld ao gabinete do então presidente Ronald Reagan, a Food and Drug Administration — FDA — órgão do governo ianque que regulamenta e aprova o uso e a comercialização de alimentos e medicamentos — autorizou a utilização do aspartame para uso em alimentos secos. A FDA há dez anos se recusava a liberar a droga, sustentando-se na possibilidade de que ela podia causar derrames e tumores cerebrais. Pouco antes de assumir um cargo no governo Reagan, Rumsfeld saiu da presidência do laboratório que produzia o aspartame, da mesmíssima forma que saiu da presidência da Gilead pouco antes de assumir o cargo de secretário de Segurança da administração Bush.
A Gilead, aliás, é a fabricante do Vistide, um remédio comprado a granel pelo Pentágono e administrado nos soldados enviados ao Iraque para evitar os efeitos colaterais da vacina contra a varíola.
Fonte: O Arquivo
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