quinta-feira, 2 de outubro de 2014

A Conspiração das OMS nas Campanhas de Vacinação - Parte 1


vacinacao2Para obter o controle total das massas populacionais, organizações governamentais estão praticando proezas satânicas. Isto está acontecendo para que se cumpra o que está escrito naquele livro do qual nossos avós costumavam nos falar, mas, por causa do preconceito, acabou caindo em descrédito por muitos – a Bíblia. Espero que depois de ler este estudo de alerta, você, leitor, possa pegar este livro e mergulhar nas revelações que nele contém. Com a campanha de vacinação, estamos passando ...
num verdadeiro processo de demarcação populacional. Todavia, o resultado que isto tudo trará está nessa matéria.
Falsas epidemias, big business e cobaias humanas: Os bastidores do cartel Farma*

Por Hugo RC Souza - A IG Farben foi um cartel de empresas alemãs fundado em 1925 que se tornou um dos maiores conglomerados da indústria petroquímica e farmacêutica da primeira metade do século XX. Foi determinante para a ascensão do Nacional Socialismo alemão, detendo não apenas o monopólio da produção química na Alemanha nazista, mas utilizando também força de trabalho escrava do campo de concentração de Auschwitz para a produção de borracha e óleo sintéticos. Levava a marca IG Farben o pesticida Zyklon B, registrado e patenteado pela empresa, e utilizado para massacrar pessoas de forma rápida e barata nas câmaras de gás.
Lisboa – Em 1947, no âmbito dos processos de Nuremberg**, um tribunal ianque condenou 13 diretores alemães da IG Farben à prisão por crimes contra a humanidade — o tribunal teve o cuidado de não tocar no nome dos acionistas ianques da empresa. Mas a lógica dos interesses que pautaram os bons negócios entre uma grande farmacêutica e um governo fascista — do USA com seus fiéis aliados e subalternos — está muito longe de ser coisa do século passado.
Desde então, o oligopólio das empresas transnacionais que controla a indústria farmacêutica em todo o mundo é responsável por milhões de mortes prematuras. O genocídio se dá através do boicote sistemático à prevenção e erradicação de inúmeras doenças que vitimam principalmente as populações pobres, com acesso precário aos medicamentos transformados em especulações financeiras sob a forma de combinados químicos e suas designações científicas.
Tudo em nome da expansão do mercado mundial de remédios e do aumento da margem de lucro dos fabricantes. Um filão há muito descoberto por empresas que oscilam nas bolsas de valores de acordo com a expansão ou retração das enfermidades e com o maior ou menor número de patentes detidas.
Um dia patrocinou os nazistas, mas atualmente a indústria farmaco-imperialista conta com governos ditos democráticos, a cooptação da “comunidade científica” e a cumplicidade do oligopólio dos meios de comunicação para garantir a sustentabilidade de um dos negócios mais rentáveis do planeta, à custa da saúde pública mundial. Simples: a política do imperialismo — enquanto persistir no mundo — é o fascismo, pouco importa se aparece sob a corrente nazista, sob a roupagem dos impérios ianque, francês, inglês, ou que associação possam fazer entre si.
O grupo Rockfeller, nos Estados Unidos, e o grupo Rotchisld, na Inglaterra — dois gigantes do investimento farmacêutico — foram grandes financiadores das campanhas de George Bush e Tony Blair, e exercem hoje os maiores lobbies do Farma-Cartel de que se tem notícia. Eles sabem o que fazem: USA e Inglaterra são, atualmente, os dois maiores exportadores de remédios do planeta. Só no USA, os laboratórios doaram 10 milhões de dólares para candidatos que disputaram a última campanha presidencial.
Através da manipulação, propriedade intelectual e tráfico de influência estabelecem com a humanidade uma relação de dependência de seus fármacos que deixa os traficantes de drogas ilegais enrubescidos. Com a complacência da Organização Mundial de Saúde OMS, o Farma-Cartel gasta milhões de dólares no contra-ataque às ações judiciais contra as patentes e no boicote às alternativas não-patenteáveis de medicina natural.


A FARSA AVIÁRIA


Os episódios envolvendo a chamada gripe aviária — ou gripe do frango — dão conta da lógica que rege a atuação das indústrias farmacêuticas, particularmente o consórcio OMS-Roche-Gilead.
Um relatório de 2004 da OMS dizia que para um futuro próximo haveria “riscos de que as condições presentes em certas regiões da Ásia resultem numa pandemia da gripe. Segundo certas estimativas prudentes baseadas em modelos matemáticos, a próxima pandemia poderia provocar a morte de 2 a 7,4 milhões de pessoas”.
No final de 2005, em meio às notícias de vários seres humanos contaminados pelo vírus H5N1, a OMS voltou a alarmar o mundo dizendo novamente que a pandemia de gripe aviária era uma possibilidade real. Surgiram especulações e comparações com a Peste Negra, a pandemia de peste bubônica que dizimou 25 milhões de europeus no século XIV. O alerta virou manchete nos quatro cantos do planeta, ainda que, desde que foi detectado no Vietnã, há nove anos, o vírus da gripe aviária tenha vitimado pouco mais de 100 pessoas em todo mundo. Uma média de 11 mortes por ano.
Pouco depois de lançar o pânico, a OMS considerou o antiviral Tamiflú, fabricado pela farmacêutica suíça Roche, o medicamento mais eficiente para reduzir o risco de morte dos pacientes infectados pelo vírus H5N1. O Tamiflú é comercializado pela Roche desde 1999, quando foi lançado como um antigripal comum, sem maiores pretensões de mercado.
Com prescrição direta da OMS — que orientou os governos a comprar doses suficientes para dar conta de 25% da população de seus países — as vendas do remédio subiram em mais de 260%, gerando receitas extras de mais de 500 milhões de dólares para os cofres da empresa suíça.
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Diante da impossibilidade de dar conta da demanda, A Roche descartou compartilhar os direitos de comercialização da fórmula do Tamiflú — patente sobre a qual detém o direito de exploração até 2016. Um acordo de propriedade intelectual no âmbito da OMC, firmado em 1994, prevê que um país em qualquer situação de emergência, em relação a qualquer doença, pode requerer a quebra de patentes. Obviamente, não era o caso para emergências — a não ser a título da valiosa contribuição da OMS para alavancar as vendas da Roche — e apesar das ameaças de países como Tailândia, Índia e Argentina de quebrar compulsoriamente a patente do Tamiflú, o acordo não foi aplicado. No USA, realizou-se um vantajoso negócio, tanto para a Roche quanto para o Farma-Cartel ianque: a Roche anunciou que venderia licenças de valor hierarquicamente inferior aos laboratórios, saindo no lucro diante da possibilidade de compartilhamento gratuito da patente; as outras farmacêuticas comemoraram o acordo de cavalheiros que lhes poupou de ver um precedente tão “midiático” de quebra de exclusividade de comercialização. Um acordo de cavaleiros, entre sócios – empresas e administrações de países. Caso o alarmismo da OMC não tivesse servido apenas para aquecer um mercado farmacêutico arranhado pelos processos contra a propriedade intelectual, o hemisfério sul estaria condenado a esperar a pandemia chegar para só então pedir licença e remediar com atraso suas populações.
O detalhe interessante fica por conta dos negócios da Roche particularmente com uma transnacional farmacêutica ianque, a Gilead Sciences Inc. A patente do Tamiflú era propriedade exclusiva da Gilead até 1996, quando os direitos de comercialização foram “licenciados” para o laboratório suíço, que possui 90% da produção mundial de anis estrelado — base do princípio ativo utilizado na fórmula do antiviral.


BIOGRAFIA DE RUMSFELD


Hoje, a Gilead e a Roche administram conjuntamente a fabricação mundial do Tamiflú, decidem juntas as eventuais autorizações de “sub licença” e coordenam em dueto as vendas nos mercados mais importantes, como Estados Unidos e Europa. Os acertos garantiram ainda à Gilead cerca de 80 milhões de dólares de royalties sobre o faturamento das vendas de Tamiflú fabricado e comercializado pela Roche — apenas referente aos períodos de 1999 e 2003.
Quem fechou o negócio da China com a Roche em 1996 foi Donald Rumsfeld, então presidente da Gilead, depois secretário de Defesa dos Estados Unidos. Rumsfeld deixou a presidência da empresa, mas continua sendo seu principal acionista. A carteira de ações do grande estrategista está avaliada em cerca de 25 milhões de dólares.
O editorial de abril da revista médica espanhola Dsalud levou o título “O Tamiflú, Donald Rumsfeld e o negócio do medo”.
O doutor José Antonio Campoy começa o texto dizendo que, apesar da média de apenas 11 mortes anuais provocadas pela gripe aviária, isso “não impediu George Bush de empreender sua segunda ‘guerra preventiva’em pouco tempo, desta vez para lutar contra uma outra arma de destruição em massa tão poderosa quanto as ‘encontradas’ no Iraque: o vírus H5N1”.
Campoy escreve ainda que a eficácia do Tamiflú vem sendo questionada por grande parte da comunidade científica, por médicos que se perguntam como o remédio pode ser eficaz contra um vírus mutante quando seus efeitos sobre a gripe comum não passam do alívio dos sintomas. Obviamente, diz, “o protagonismo do Tamiflú em nossas vidas não é científica, mas comercial”.
No entanto, talvez as informações mais interessantes contidas no editorial da Dsalud sejam as referências aos precedentes envolvendo o nome de Donald Rumsfeld e as relações mafiosas entre a indústria farmacêutica e o governo ianque.
Como lembra a revista, Rumsfeld aparece ligado à decisão de vacinar 40 milhões de pessoas em 1976, durante a administração Gerald Ford, diante da suposta iminência do que se chamou de “gripe do porco”. O programa de vacinação custou cerca de 135 milhões de dólares e foi levado a cabo por indústrias farmacêuticas privadas. Até hoje não existe prova de que a “gripe” era uma ameaça real, mas o “porco” sim, tanto que 10% das pessoas vacinadas desenvolveram um distúrbio nervoso chamado síndrome de Guillain-Baré, que pode provocar paralisia permanente e morte por problemas respiratórios.
Em 1981, três meses depois da incorporação de Rumsfeld ao gabinete do então presidente Ronald Reagan, a Food and Drug Administration — FDA — órgão do governo ianque que regulamenta e aprova o uso e a comercialização de alimentos e medicamentos — autorizou a utilização do aspartame para uso em alimentos secos. A FDA há dez anos se recusava a liberar a droga, sustentando-se na possibilidade de que ela podia causar derrames e tumores cerebrais. Pouco antes de assumir um cargo no governo Reagan, Rumsfeld saiu da presidência do laboratório que produzia o aspartame, da mesmíssima forma que saiu da presidência da Gilead pouco antes de assumir o cargo de secretário de Segurança da administração Bush.
A Gilead, aliás, é a fabricante do Vistide, um remédio comprado a granel pelo Pentágono e administrado nos soldados enviados ao Iraque para evitar os efeitos colaterais da vacina contra a varíola.

Fonte: O Arquivo

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