domingo, 7 de julho de 2013

O 5º cavaleiro do apocalipse


Em 06/06/2013, estou na maior cidade do norte catarinense para um compromisso no
Fórum Federal. Próximo ao centro, com a lentidão do trânsito, deparo-me com
uma grande estátua de uma antiga divindade feminina pagã, a prostituta de
babilônia, adornada com uma coroa de 7 chifres, tendo na mão direita uma tocha
simbólica. Comento com os companheiros no carro quanto ao histórico daquele
monumento.
No destino, ainda no pátio da instituição, antes da audiência, olhando a oeste
contemplo um grandioso complexo de eventos, um prédio belo e majestoso, mas,
para mim, sinistro, pois dali partiram vários ataques espirituais ameaçando
ceifar-me a vida. Em tom provocativo, encaro a fachada do prédio e, quase em
murmúrio, entoo um salmo em hebraico, que por experiência anterior, sabia que a
entidade suprema (espiritual) daquele centro de eventos, odiava.
Após a reunião no Fórum, retorno à minha cidade; naquela noite, durante a
meditação em meu leito, tenha como resposta às minhas provações do dia, uma
visão interessante... Estou de pé, em determinada rua, olhando para o leste e
vejo um amplo terreno, ladeado à minha esquerda por um muro alto. Vejo ali
muitas pessoas, homens, mulheres, a maioria jovens, alguns de meia idade,
andando em todas as direções, alguns exaltados, outros aparentemente perdidos,
dispersos, sem objetivos. As cenas como relâmpagos, mudavam de cidade, mas
o movimento das pessoas permaneciam idênticos. As pessoas olhavam para mim e
não me viam, e, sem entender o que se passava, comecei a orar e enquanto orava,
uma voz estrondosa e incompreensível ecoou por detrás do muro; o ser estava
oculto eu não podia vê-lo e as pessoas concentradas ali muito menos, sequer
ouviam aquela tenebrosa voz. Decidi repreender aquela voz indecifrável orando
alto, em nome de EL CHADDAI, o todo poderoso. Então a voz se aproximou de mim
avançando paralelo ao muro até que visualizei a cabeça de um grande CAVALO
MARROM, o qual fitando os terríveis olhos em mim, falou em português: - NÓS
VAMOS SACRIFICAR.

OS CAVALEIROS DO APOCALIPSE

Em Apocalipse cap. 6, na abertura do 1º selo, João vê um cavalo branco e seu
cavaleiro saiu para vencer e ser vencedor ( e manter a paz na terra) Notem que
há sequência na visão de João, pois o 2º cavalo, o vermelho, com seu
cavaleiro empunhando grande espada, retira a paz da terra permitindo que os
homens se matem uns aos outros. No 3º selo, aparece o cavalo preto e seu
cavaleiro tem uma balança na mão e fala de trigo, cevada, azeite e vinho. É a
grande fome que virá sobre a terra em consequência da guerra. No 4º selo, o
cavalo amarelo, seu cavaleiro chamava-se morte e o inferno o seguia. E
pereceram a 4ª parte dos povos da terra, pela espada, fome, pestes e feras da
terra. Notem a sequência dos fatos; ao período de paz representado pelo cavalo
branco, segue-se a guerra, a fome, as pestes e até feras selvagens, dizimando ¼
da população da terra.
Mas e o cavalo marrom que ordena sacrifícios, o que poderia significar? Em
certos ritos religiosos é denominado cavalo o médium que incorpora entidades
espirituais para conseguir ou satisfazer seus propósitos, geralmente exigindo
sacrifícios. Nas antigas escolas de mistérios, a serpente devora tudo à sua
frente até devorar a si própria, simbolizando os ciclos que se repetem sobre os
frágeis humanos na antiquíssima terra. Nesses ciclos civilizações florescem e
morrem, até o dia em que as leis divinas voltem a ser respeitadas e os homens
atinjam a perfeição e o planeta seja elevado a uma dimensão superior. O
cavalo, apesar da força física, é incapaz de efetuar quaisquer ações sem o
comando do cavaleiro. Simbolicamente, um coletivo de homens no plano terrestre
prestam-se a servir como cavalos aos demônios, pois os seres espirituais não
podem agir diretamente na matéria; em troca esses homens a serviço das trevas,
recebem riquezas, fama e poder.
Se juntarmos as cores dos cavalos do apocalipse teremos a cor MARROM, que pode
significar os cavalos iluminatis encabeçado por seu líder, o percursor dos
acontecimentos descritos em revelações, cap. 6, o filho da perdição, já
encarnado entre nós, agilizando seus planos de domínio global.
Passamos por período de turbulências em toda a terra. A chamada primavera árabe
surpreendeu o mundo, aniquilando a economia de vários países e matando dezenas
de milhares de filhos de Ismael. Segue em curso na Síria após 2 anos de guerra
civil, 100 mil mortos e milhões de refugiados, explodem as manifestações na
Turquia e o Egito está a um passo da guerra civil. Olhos ocultos espreitam o
Irã. Dizem ser movimentos horizontais sem liderança específica, puro engano,
há líderes sim, ocultos, físicos e espirituais preparando o caminho para o
tenebroso reinado do Anticristo.

No Brasil, um país emergente, em situação econômica melhor que muitos países da
Europa, eclodem os protestos a partir do MPL, Movimento Passe Livre, com os
objetivos de melhoria no transporte público e redução no preço das passagens. 
As manifestações ganharam força e nos dias seguintes milhares de pessoas saíram
às ruas reivindicando de forma dispersa tudo o que consideram errado no Brasil.
É claro que como cidadão consciente, repúdio a corrupção, um câncer que corrói a
nação. A precariedade do transporte público nos grandes centros urbanos, o
problema gritante na área de saúde e a falta de milhares de médicos,
principalmente nas regiões mais pobres, a violência generalizada, centrada
principalmente no tráfico e consumo de drogas, a deficiência na educação, em
todos os níveis, os altos salários e mordomias aos políticos, juízes e
funcionários públicos graduados, em contrapartida aos minguados vencimentos da
massa trabalhadora. Tudo isso é preciso ser revisto e melhorado, mas para tal é
preciso uma agenda clara, definida, por parte da sociedade, para então
pressionar os acomodados políticos em todos os níveis, federal, estadual e
municipal.
O que vemos nas ruas são milhares de almas indignadas em várias cidades
brasileiras, a grande maioria ordeira e pacificamente, valendo-se da salutar
democracia, mas sem agenda definida, muitos diziam "querer tudo", sem explicar
o "tudo". E como é difícil separar o joio do trigo, grupo de baderneiros 
aproveitando- da desordem para saquear, depredar patrimônio público e privado,
jovens dançando eufóricos ao redor de fogueiras, como nos antigos cultos a
Moloch, outros provocando policiais atirando-lhes pedras, rojões e coquetéis
molotov, verdadeiro caos nas ruas das grandes cidades. Notório a ampla cobertura
do grande Leviatã, a mídia iluminati, insuflando e direcionando as massas,
sutilmente, de acordo com a agenda global dos senhores do mundo.
As manifestações arrefeceram, mas continuam, o CAVALO MARROM já conseguiu seu
sacrifício, em torno de 10 mortos nos movimentos de rua em todo o Brasil.
Embora eu não tenha saído às ruas, protesto à minha maneira, na privacidade do
meu quarto, dobro meus joelhos e suplico ao Todo Poderoso para que o trigo
predomine sobre o joio, que o ardil do cavalo marrom seja contido e que impere
a paz, a união a ordem e o progresso na grande e soberana nação Brasil.

Hevennu Schalom Aleschem
Albasgodel

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